Sendo dia de clássico, aproveitamos para recordar (em cima) uma caricatura que saiu na capa de uma edição de Domingo (em 1989) do jornal “A Bola”. À esquerda, o treinador do FC Porto da altura, Artur Jorge, com o ainda jovem e já talentoso guarda-redes, Vítor Baía. À direita, o treinador do Benfica de então, o sueco Sven-Goran Eriksson, com o ponta de lança, também sueco, Mats Magnusson, o principal goleador do Benfica dessa época, que viría a sagrar-se o melhor marcador (“bola de prata”) do campeonato. Nesse Domingo, o FC Porto venceu o Benfica nas Antas por 1-0 (golo de penalti de Stephane Demol). Em 1989/90, o FC Porto de Artur Jorge sería campeão nacional tendo o guarda redes Vitor Baía sofrido apenas 16 golos.
Mais do que vencer, será importante não perder o clássico de hoje frente ao Benfica. Depois de um início de época fantástico, o FC Porto arrisca-se a ficar com apenas mais 1 ponto que o seu maior rival. Apesar de não ser dramática, essa diferença não espelharía neste momento o real valor das duas equipas. A verdade é que o Benfica não tem culpa das facilidades concedidas pelo FC Porto nos últimos jogos da Liga.
Mais do que vencer, será importante não perder o clássico de hoje frente ao Benfica. Depois de um início de época fantástico, o FC Porto arrisca-se a ficar com apenas mais 1 ponto que o seu maior rival. Apesar de não ser dramática, essa diferença não espelharía neste momento o real valor das duas equipas. A verdade é que o Benfica não tem culpa das facilidades concedidas pelo FC Porto nos últimos jogos da Liga.
O FC Porto apresenta-se na Luz com alguma margem de manobra porque Camacho não quererá arriscar tudo sob pena de ficar a 7 pontos do primeiro. O mais importante é que, independentemente do resultado de hoje, o FC Porto deixará a Luz na primeira posição da Liga.




















Inacreditável o empate (2-2) de hoje na Reboleira. Depois de uma boa exibição durante 60 minutos, o campeão revelou uma incrível displicência nos momentos finais. O esforço de Terça-feira, no jogo frente ao Marselha, não explica tudo. Hoje tratou-se de falta de concentração, que parece faltar sempre que o FC Porto tem vantagens confortáveis no campeonato. O FC Porto foi dono do jogo durante 1 hora. Nesse período, o triângulo triturador Assunção-Meireles-Lucho voltou a impor a lei do mais forte e o Estrela sentia-se asfixiado. Mas em 15 minutos tudo mudou! Depois das substituições, que se previam perante o desgaste de Lucho e Meireles, o FC Porto nunca mais voltou ao jogo. O Estrela, que nunca baixou os braços, limitou-se a aproveitar o desleixo do campeão para chegar à igualdade. Ironicamente, foi depois de Lisandro Lopez quase ter feito o terceiro golo, atirando ao poste, que o Estrela começou a acreditar. 







