Apesar de 1999 ter sido o ano do «Penta», o início dessa época não foi fácil para o FC Porto. A saída de António Oliveira trouxe algumas mudanças no plantel e o seu sucessor, Fernando Santos, teve pouco tempo para conhecer os cantos à casa e integrar os novos reforços. A enorme expectativa gerada com alguns jogadores que nessa época chegaram ao clube, não foi proporcional ao seu real valor. Jogadores como Ivica Kralj, Esquerdinha, Chaínho, Nica Panduru ou Quinzinho não revelaram suficiente potencial para integrarem o «onze» do FC Porto. Na baliza, foi mesmo necessário aguardar pelo regresso de Vítor Baía para afastar de vez com os fantasmas criados com a sua saída. Eriksson, Hilário, Wozniak, Rui Correia, Costinha e Silvino não chegaram para fazer esquecer o «99». Depois do início irregular, a meio da época Fernando Santos reuniría um fantástico meio-campo e ataque com Deco, Zahovic, Capucho, Drulovic e Jardel. O FC Porto sería campeão com 79 pontos e com a impressionante marca de 85 golos marcados!Em cima: Capucho, Mielcarski, Chaínho, Jorge Costa, Kralj e Aloísio;
Em baixo: Secretário, Zahovic, Fernando Mendes, Paulinho Santos e Folha;



Trazem ambos boas sensações e são os desejados do "blog" para o sorteio da Champions na próxima Sexta-feira. Celtic e Schalke 04 trazem, por razões diferentes, óptimas recordações ao FC Porto. Os escoceses, e a sua fantástica massa adepta, ficarão para sempre ligados ao FC Porto depois da Final da Taça UEFA em 2003. Sería o reencontro, 4 anos depois da mágica Final de Sevilha. Quanto aos alemães, permitiríam ao FC Porto regressar a Gelsenkirchen (em baixo) onde se sagrou, pela segunda vez na sua história, campeão da Europa. Sería o regresso do dragão à Arena! 









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Desta vez, o FC Porto não vacilou nas sempre imprevisíveis eliminatórias da Taça de Portugal. Depois dos recentes dissabores frente a adversários de outros escalões, o campeão cumpriu a sua missão. Na visita a Chaves, vitória por 2-0 num jogo em que o FC Porto revelou concentração e atitude quanto baste para ultrapassar o Desp. Chaves. Sem transmissão televisiva da partida (não se percebe porquê!), Trás-os-Montes recebeu o campeão com estádio cheio. Depois de alguns anos ausente da ribalta do futebol nacional, o Chaves não perdeu a oportunidade de tentar surpreender o campeão. O FC Porto, apesar dos primeiros 30 minutos sofríveis, acabou depois por controlar a partida mas sem nunca ultrapassar o ritmo de cruzeiro. Destaque para o regresso aos golos dos dois pontas-de-lança, ultimamente menos utilizados, Postiga (na foto) e Adriano. Com apenas 2 (Pedro Emanuel e Fucile) titulares do último jogo na Luz, foi perfeitamente natural a falta de entrosamento entre os que iniciaram a partida, mas ainda assim, Jesualdo colocou em campo, na segunda parte, alguma da "artilharia" que levou a Trás-os-Montes. Lisandro Lopez e Lucho Gonzalez acabaram por jogar alguns minutos quando o Chaves já estava sem forças para importunar o FC Porto. "Em vez de treinarem, Lisandro e Lucho jogaram os minutos correspondentes a um ligeiro treino, sem nunca forçar", comentou Jesualdo no final. Segue-se o Besiktas na Terça-feira. 










