Voltamos a dedicar um ‘post’ ao
nosso ex-lateral-esquerdo Branco recuperando uma foto do último clube que
representou antes de chegar ao FC Porto, o Fluminense.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
O ‘show’ em Guimarães, JJ e a Seleção
Esta semana ficou claramente
marcada pelas ondas de choque provocadas pela exibição do FC Porto em
Guimarães. Os escribas afetos ao clube de todos os regimes ficaram literalmente
em pânico, estavam à espera de um deslize e como não aconteceu agora, apontam
as baterias para os jogos com o Sporting e o Braga, aliás o próprio JJ já
recentemente afirmou que estes dois clubes poderão ter uma palavra importante
na luta pelo título e quando referiu isso não estaria a pensar nos jogos da sua
equipa, uma vez que é infalível.
Se pudéssemos fazer um
paralelismo entre o futebol praticado pela equipa de Vítor de Pereira e a “haute
cuisine”, diríamos que se trata de um prato de autor, com os méritos a versarem
o treinador azul e branco, como já o dissemos enumeras vezes o importante é
manter o nível, no entanto, não deixa de ser entusiasmante que numa altura em
que nos aproximamos das grandes decisões os dragões apresentem tão grande
consistência e uma boa condição física.
Apesar deste ser um blog dedicado
ao universo portista e em particular ao futebol, temos de fazer um referência
ao anti futebol em que se transformou a seleção de Jorge Mendes e Paulo Bento,
que continua na senda de provocar o FC Porto ao colocar o João Moutinho a jogar
90 minutos, conseguindo dessa forma ganhar o respeito e a admiração dos tais
seis milhões e quem sabe colocar-se a jeito para substituir o catedrático. Tudo
nesta seleção se transformou em algo que roça o ridículo, desde a convocatória
passando pelo não jogo, com o apuramento em risco e o paupérrimo futebol
apresentado, a FPF tem assim uma bota difícil de descalçar.
Amândio Rodrigues
A «foto do dia» - Sucena
Hoje recuamos ao FC Porto dos
anos 60 para recordarmos Sucena, um defesa-médio esquerdo recrutado ao Águeda
(onde foi utilizado como médio ofensivo) e que chegou a internacional quando
representava o FC Porto.
«Curiosidades FCP» - FC Porto 1986/87
Hoje recuamos ao FC
Porto de Artur Jorge com uma foto de um «onze» dos campeões da Europa em
1986/87.
Em cima (da esq. p/
dta): Frasco, Celso, Eduardo Luís, Jaime Magalhães, João Pinto e Zé Beto;
Em baixo (da esq. p/
dta): Quim, André, Fernando Gomes, Jaime Pacheco e Futre;
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
O FC Porto ganha com estilo!
A visita do FC Porto a Guimarães
acabou por ser uma oportunidade de esclarecer as dúvidas levantadas pela
imprensa indígena sobre a qualidade da exibição que o FC Porto realizou frente
ao Gil Vicente. Confirmou-se que os 5-0 da semana anterior se deveram mais a
méritos próprios do que às fragilidades do adversário. Frente a um Vit.
Guimarães organizado, confiante e a jogar em casa, o FC Porto confirmou que neste
momento é quase inalcançável. Espectacular a forma como pressionamos o
adversário, roubamos a bola e a fazemos girar de pé para pé. Seria difícil ao
Vitória suster este futebol abrasivo. Vítor Pereira deve estar orgulhoso por
ver que o seu discurso da “posse” e da “pressão alta” tem agora correspondência
em campo. Nota-se que os jogadores estão comprometidos com este esquema de jogo
e que desfrutam ao colocá-lo em prática. E mesmo com várias condicionantes em
termos ofensivos, o FC Porto já leva 44 golos marcados na Liga (média de 2,5
golos por jogo). Notável!
O Vitória até preparou
o jogo olhando para aquilo que foram as nossas qualidades frente ao Gil
Vicente, mas o meio campo do FC Porto voltou a “abafar” a bola. Quem tem a
bola, ganha! E o que dizer da nossa transição defensiva que limita a posse de
bola do adversário a 4 ou 5 segundos? Em mais um jogo quase perfeito em termos
colectivos, destacamos apenas os autores dos golos, Mangala e Jackson, dois
verdadeiros atletas que, pela sua fisionomia, também teriam sucesso em muitos
outros desportos.
O FC Porto chega ao
ciclo mais importante da época (jogado entre Fevereiro e Abril) no ‘ponto de
rebuçado’. A grande incógnita é saber como vai a equipa reagir no campeonato ao
esforço da super exigente Liga dos Campeões. Mas a jogar com esta qualidade, o
calendário de Fevereiro torna exequível pensar em mais 4 vitórias: Olhanense
(casa), Beira-Mar (fora), Málaga (casa) e Rio Ave (casa).
A «foto do dia» - Domingos
Na semana anterior recordámos
aqui a passagem do Domingos pelo futebol espanhol. Hoje recordamos uma foto do
nosso ex-ponta-de-lança vestindo a camisola do FC Porto.
«Curiosidades FCP» - A dupla Domingos/Kostadinov
Aproveitamos o ‘post’ sobre o
Domingos para recordarmos aquele que durante muitos anos foi o seu cúmplice no
ataque do FC Porto, o búlgaro Emil Kostadinov.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
O circo está montado
Com a liga a aproximar-se de uma fase crucial, as
jogadas de bastidores sucedem-se, o clube de todos os regimes usa e abusa de
plenos subterfúgios que tem ao seu alcance, e que são imensos, com um único
desígnio, prejudicar o FC Porto e ser ele próprio beneficiado. Os exemplos são
inúmeros. É um dado adquirido que o clube de Carnide controla as arbitragens, escolhe
as nomeações não só para os seus jogos bem como para os seus adversários, isto
explica por que razão mais de um terço das expulsões até agora são de jogadores
que vão defrontar o outro clube na jornada seguinte. A juntar a isto, a
comunicação social desempenha um papel importante de branqueamento, apenas
preocupada na exaltação dos pseudo feitos da equipa do catedrático elevado à
condição de semi deus. Sucedem-se os programas televisivos de verdadeira
propaganda vermelha, preconizado por muita gente supostamente insuspeita, os
tais das públicas virtudes e dos vícios privados, e que recebem atempadamente a
cassete que devem repetir até à exaustação, o mais caricato é que são alguns
jornalistas que patrocinam e promovem esta mediocridade que se instalou nos
mass media nacionais.
Qual o papel do FC Porto no meio deste verdadeiro
pantanal? Aparentemente de mero figurante, que os propagandistas do regime
esperam perca pontos e escorregue numa das muitas artimanhas que vão colocando,
mas que felizmente não tem acontecido. Esta asfixia que se vive no futebol e
que se estende a todas as modalidades, ajuda-nos a compreender melhor o estado
a que o país chegou. Temos dois tipos de pessoas, as primeiras trabalham para
conquistar com mérito e com esforço os seus objetivos, mas que nunca lhe é
reconhecido, as outras a tal elite acha-se no direito sagrado de tudo lhe ser dado
nem que seja por decreto.
Quanto ao jogo jogado, deslocação difícil à cidade
berço, para defrontar uma equipa relativamente bem orientada e que joga muito
na expectativa dando a bola ao adversário e que curiosamente adiou o jogo da
meia final da taça, seguramente para estar em melhores condições físicas para
defrontar o campeão nacional, isto é apenas mais um pormenor da teia que está
armada onde tudo é levado ao mais ínfimo pormenor. Apesar dos condicionamentos
que Vítor Pereira tem para este jogo o FC Porto é favorito e tudo vai fazer
para o exibir isso é uma garantia que a equipa nos tem dado esta época.
Amândio Rodrigues
A «foto do dia» - Rui Barros
Voltamos a dedicar uma foto ao
Rui Barros recordando a sua passagem pela Juventus. O ‘piccolo’ representou a
‘Vecchia Signora’ em 1988/89 e 1989/90.
«Curiosidades FCP» - Domingos e o Tenerife
Hoje dedicamos um ‘post’ ao
Domingos (o 3º maior goleador da história do FC Porto) recordando a sua passagem
pelo futebol espanhol, onde jogou durante 2 épocas com a camisola do Tenerife.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
O rival não descola!
O título do ‘post’ é um desabafo
de Jorge Jesus que, sinceramente, não entendemos tendo em conta aquilo que tem
sido a história recente do futebol português. Estando o FC Porto a realizar uma
época idêntica a tantas outras, não se compreende a inquietação do treinador do
Benfica com o actual rendimento do FC Porto de Vítor Pereira. Os números não
são assim tão extraordinários para quem, como o FC Porto, faz disto uma marca
regular: apenas 6 pontos desperdiçados e 8 golos sofridos em 16 jogos (1 golo sofrido
a cada 2 jogos), uma média que o FC Porto de Villas-Boas até superou à passagem
da mesma 16ª jornada (tinha mais 2 pontos e levava apenas 7 golos sofridos). Ou
seja, quem não tem descolado é o Benfica. E é provável que o nosso maior rival
continue lado a lado com o FC Porto até bem perto do final da Liga. Nunca, como
esta época, fez tanto sentido dizer-se que o importante é chegar à última
jornada em primeiro!
Ontem, o FC Porto
juntou intensidade à boa posse de bola e organização dos últimos jogos. Foi uma
exibição cheia e com pormenores deliciosos.
É pena Vítor Pereira
não dispor neste momento de alternativas a Varela e Defour. Neste tipo de
jogos, frente a equipas do meio da tabela, o ‘4-3-3’ do FC Porto pede mais
criatividade e imprevisibilidade aos dois extremos. Mas o treinador do FC Porto
tem sido inteligente: não tendo essas alternativas prefere reforçar a solidez,
impedindo os adversários de explorar essa lacuna, ou seja, a equipa tem ficado
ainda menos exposta ao erro do que quando tinha disponíveis Cristian Atsu e
James Rodriguez.
Mesmo com tantas
condicionantes, a verdade é que o FC Porto além de ter conseguido passar pelos
pingos da chuva, até já consegue dar espectáculo. E a tendência é ficarmos mais
fortes quando os dois extremos regressarem e quando Liedson e Izmailov se
integrarem definitivamente. Vamos ver se os nossos rivais apresentam a mesma
fiabilidade quando enfrentarem adversidades…
A «foto do dia» - Gomes no ‘Euro 84’
Na semana anterior recordámos a
primeira Bota d’Ouro que Fernando Gomes conquistou. Hoje recuamos à presença do
nosso maior goleador no ‘Euro 84’, um ano depois de se ter sagrado o melhor
marcador da Europa.
«Curiosidades FCP» - Madjer e o Bayern
Hoje dedicamos duas fotos ao
Madjer recuando à noite mais importante da sua carreira. Recordamos dois duelos
em que o argelino se viu envolvido durante o inesquecível Bayern de Munique -
FC Porto, da final da Taça dos Clubes Campeões Europeus 1986/87.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Mais fortes na segunda volta?
O
mercado de inverno está prestes a fechar e ao Dragão já chegaram dois reforços,
Izmailov e Liedson como já referi anteriormente não são os mais entusiasmantes
mas poderão vir a ser úteis. Decerto nenhum dos dois ingressará diretamente no
onze, porém, podem servir para colocar alguma pressão nos titulares e
espicaçá-los, obrigando o treinador Vítor Pereira a efetuar algumas nuances
táticas, muito ligeiras. Depois do jogo com o Vitória e de reposta a
normalidade na liga, o taco a taco com o clube de todos os regimes vai
continuar, durante muito tempo, importa pois não conceder qualquer benesses nem
facilitar em nada na receção ao Gil Vicente e retificar o resultado da primeira
volta, onde se perderam os primeiros dois pontos, perfeitamente escusados.
Apesar de VP insistir muito na posse de bola é fundamental marcar o segundo
golo mais cedo, para dar outro élan e tranquilidade aos jogadores, sendo
obrigatório colocar mais intensidade e pressão na equipa adversária para que
tal aconteça, até porque os golos marcados no final das contas poderão fazer
toda a diferença, nunca se sabe.
Amândio
Rodrigues
A «foto do dia» - Mlynarczyk e Boniek
Hoje recordamos dois polacos que
se cruzaram com o FC Porto na gloriosa década de 80. O primeiro é o nosso
‘Mly’, guarda-redes que chegou ao FC Porto em 1985/86; o segundo é Boniek, o
avançado polaco que foi o autor do golo da vitória (2-1) da Juventus sobre o FC
Porto na final da Taça dos Vencedores das Taças 1983/84, em Basileia.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Era fundamental encostar ao primeiro lugar!
O acerto de calendário
foi consumado com um FC Porto com pressa de chegar ao primeiro lugar da Liga mas
sem pressa de mostrar que era melhor que o seu adversário de ontem. É um FC
Porto adulto e responsável, mas que às vezes parece demasiado mecanizado tal a
perfeição que quer colocar no posicionamento e nos equilíbrios defensivos.
Agora parece que está
na moda criticar Vítor Pereira: “o FC Porto é apenas uma equipa sólida e
consistente”, dizem. Haja paciência! O FC Porto utiliza um sistema de ‘equipa
grande’ que quer ser forte contra os fortes. O mais importante é haver um
padrão exibicional, ou seja, o FC Porto tem princípios de jogo e rotinas muito
bem assimiladas. Depois, marcar mais ou menos golos ficará apenas dependente da
inspiração do momento. Já tinha sido assim no passado com Artur Jorge, José
Mourinho e André Villas-Boas, entre outros.
Ontem foi um FC Porto
com as mesmas virtudes e os poucos defeitos dos últimos jogos: a conceder
pouquíssimas oportunidades de golo ao adversário, mas nem sempre intenso e
incisivo no ataque (têm chegado poucas bolas a Jackson Martinez). Ainda assim, a
qualidade que colocámos em campo foi suficiente para derrotar um Vit. Setúbal
que é um paradigma do futebol português pós-crise económica: uma mescla de
jogadores muito jovens e alguns veteranos.
Os resultados das
últimas semanas foram uma boa resposta para quem previa (e desejava!) que o FC
Porto saísse do ‘clássico’ com 6 pontos de atraso relativamente ao Benfica. Acabou
a 1ª volta e metade do trabalho está feito: não perdemos na Luz e regressámos à
liderança da Liga. É preciso fazer ver ao nosso maior rival que, por mais que a
fasquia esteja alta, o FC Porto pode sempre ultrapassá-la!
A «foto do dia» - Fernando Gomes e a Bota d’Ouro
Hoje recordamos
a primeira Bota d’Ouro que Fernando Gomes conquistou com uma foto do nosso
ex-nº 9 a exibir o troféu no antigo Estádio das Antas. Gomes sagrou-se pela
primeira vez o melhor marcador da Europa em 1982/83, com 36 golos. Peter
Houtman (Feyenoord), com 30 golos, e Nikos Anastopoulos (Olympiakos), com 29
golos, fecharam o pódio.
«Curiosidades FCP» - Calabote
A recente comparação que o
Presidente do Sp. Braga, António Salvador, fez entre Duarte Gomes e Inocêncio
Calabote é pretexto para recordarmos um dos muitos episódios em que este
ex-árbitro do antigo regime se viu envolvido e que muito prejudicaram o FC
Porto. Recordamos uma foto (reparem na pose pateta de Calabote!) de um
‘clássico’ disputado na Luz que o FC Porto venceu (2-3) na época 1957/58.
Apesar da vitória, o FC Porto viu o seu melhor marcador na competição, António
Teixeira, expulso injustamente em mais uma das muitas decisões descabidas de
Calabote. Além de ter saído prematuramente do ‘clássico’, Teixeira ainda foi
punido com 3 jogos de suspensão com base no relatório do árbitro. Esse castigo acabaria
por influenciar decisivamente um campeonato que o FC Porto terminou em
igualdade pontual com o Sporting mas com desvantagem no ‘goal-average’.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Porto seguro
Apesar do final do jogo da Luz
ter sido de descompressão para o FC Porto (o momento era delicado, em termos
físicos e classificativos, e o nosso maior rival andava eufórico!), o nosso jogo
deste fim-de-semana tinha tudo para ser olhado com desconfiança e respeito. O
actual 4º lugar do Paços na classificação não engana: trata-se de uma equipa
organizada e compacta (3ª melhor defesa do campeonato!) e que joga um futebol
positivo. Os seus adeptos não nos levarão a mal se dissermos que é uma espécie
de mini-FC Porto ao nível da organização e do posicionamento. Parabéns a Paulo
Fonseca que, há 2 épocas atrás, aproveitou muito bem aquele jogo que o FC Porto
de Villas-Boas realizou para a Taça de Portugal, frente ao Pinhalnovense, para
impressionar as gentes do futebol com a organização daquela frágil equipa.
Foi no respeito pelo
adversário que residiu a maior virtude do FC Porto no jogo de ontem. Fomos
seguros a defender e pacientes a atacar. O FC Porto nunca se desequilibrou. Parabéns
a Vítor Pereira. Não deve ser fácil manter sólida uma defesa de uma equipa que
passa 90 % do tempo de jogo a atacar. O FC Porto sabe o que quer e segue
seguro!
Quanto ao reforço do
plantel, é fácil concluir que Izmailov chegou ‘just in time’! O «onze» mais
utilizado nas últimas semanas está muito espremido e esta semana há 3 jogos em
apenas 7 dias. Pode muito bem ser a semana mais importante da época para o FC
Porto. Seria fundamental regressarmos o mais brevemente possível ao primeiro
lugar da Liga (ainda que em igualdade pontual com o Benfica). Vencer o Vit.
Setúbal e colocar pressão na visita do Benfica a Braga é o nosso próximo
objectivo.
«Curiosidades FCP» - André
Dedicamos uma foto ao André
recuando aos Quartos-de-final da Taça dos Clubes Campeões Europeus 1986/87. O
Brondby, campeão da Dinamarca, foi o nosso adversário nessa noite (vencemos
1-0, golo de Madjer aos 71’).
A «foto do dia» - FC Porto 1990/91
Em cima (da esq. p/
dta): Vítor Baía, Geraldão, Semedo, Paulo Pereira, Aloísio e João Pinto;
Em baixo (da esq. p/
dta): Kiki, André, Domingos, Kostadinov e Jorge Couto;
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Novo ciclo
Os próximos três desafios da equipa azul e branca,
dois em casa, Paços de Ferreira e Gil Vicente, e um fora de portas com o
Vitória de Setúbal, espera-se que sirvam de rampa de lançamento para a
conquista do tri. Depois da deslocação à segunda circular e de puxar dos
galões, lançando o pânico nas hostes lisboetas, alicerçada numa exibição de
grande qualidade, os dragões enfrentam agora um novo ciclo de jogos, não de
tanta intensidade como este último mas onde o chip se deve manter, sobre isto
não vale a pena usar de muita retórica, pois cada atleta sabe muito bem o que
fazer e ninguém mais do que eles quer ganhar.
Do dragão chegam rumores da possível contratação de
Liedson, não é aquela que queríamos ouvir, talvez seja a possível e não a
desejável, porém, algumas dúvidas sobre a sua utilidade sejam perfeitamente
aceitáveis, vamos aguardar serenamente, até ao dia 31 de janeiro tudo está em
aberto, embora a necessidade de reforçar o plantel é consensual.
Amândio Rodrigues
A «foto do dia» - Cubillas
Voltamos a recordar o fantástico
Teófilo Cubillas, o ex-nº 10 do FC Porto e da Selecção do Perú que passeou
classe nos relvados portugueses a meio da década de 70.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Rescaldo
Já muito se disse, escreveu e
contou sobre o clássico de domingo, em todas as prosas e comentários existe um
denominador comum, o FC Porto foi melhor, embora os comentadores e jornalistas
encartados ao serviço do clube do regime não consigam disfarçar uma certa
desilusão que lhes inquieta o espírito. No jogo da Luz só faltou mesmo o
xeque-mate final e foi pena o treinador portista Vítor Pereira não dispor de
soluções no banco para poder arriscar numa tática mais ousada que lhe
permitisse vencer o desafio. Assistimos a mais uma prova de maturidade
competitiva de uma equipa que não receia ambientes hostis e relvados
inclinados, mantendo uma matriz de jogo consolidada ao longo de vários anos e
que não depende do livre arbítrio de qualquer treinador seja ele qual for. Uma
das ilações que podemos tirar é que o campeão não será decidido nos encontros
entre os dois principais e únicos candidatos ao título, isto significa que
perder pontos nas restantes jornadas poderá ser fatal. É assim condição sine
qua non para se ser campeão manter a mesma atitude perante qualquer adversário,
não os subvalorizando.
O final do desafio ficou marcado
pelo habitual jogo de palavras mais ou menos expectável nestes casos, porém,
constatei no discurso de JJ uma certa amenização evitando claramente entrar em
confronto com VP ao contrário deste que jogou ao ataque e com razão naquilo que
disse. Percebo claramente o que se passa, os dois sabem que nestes desafios se
joga muito mais do que os três pontos e o treinador do outro clube sabe
nitidamente que mais uma vez não conseguiu vergar o FC Porto, antes pelo
contrário, mantendo-se a tremedeira sempre que o clube de todos os regimes
enfrenta os homens do Norte e esse estigma JJ não consegue apagar.
Amândio Rodrigues
«Curiosidades FCP» - A estreia de Couto no Parma
Dedicamos um ‘post’ ao Fernando
Couto recordando a sua transferência do FC Porto para o Parma, de Itália. O
nosso ex-nº 5 deixou as Antas rumo a Itália no Verão de 1994. A estreia pelo
Parma ocorreu logo na 1ª jornada do ‘Calcio’. E que estreia! Couto marcou um
dos golos da vitória do Parma sobre a Cremonese: 2-0 (Fernando Couto, aos 20; e
Gianfranco Zola, aos 60);
A «foto do dia» - Verlaat e Sousa
Continuamos a celebrar os 25 anos
da Supertaça europeia que o FC Porto conquistou frente ao Ajax, em 1987/88.
Hoje recuamos ao jogo de Amesterdão. O duelo é entre Sousa e o holandês Frank
Verlaat.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
O carácter e a personalidade do campeão!
Primeiro os 15 minutos
iniciais: foram frenéticos porque este FC Porto é uma equipa dominadora e autoritária.
Essa personalidade do campeão acabou por beneficiar um Benfica que faz das
correrias e das bolas longas um princípo de jogo. Legítimo, mas inócuo! Há
muito tempo que não víamos uma equipa dita grande aproveitar todo e qualquer
lançamento de linha lateral para tentar chegar com perigo à área do adversário.
Isto nem no tempo do saudoso ‘kick and rush’ britânico.
E sim, João Ferreira
teve influência no ‘clássico’. Usou um critério largo que beneficiou os
infractores: Matic e Maxi Pereira. Pior só Duarte Gomes, que na Luz chegou ao
desplante de assinalar 3 grandes-penalidades inexistentes a favor do Benfica no
jogo frente ao Vit. de Guimarães!
Este nem era o melhor
momento para o FC Porto disputar o ‘clássico’ (às ausências por lesão
juntava-se o cansaço de alguns jogadores), mas a união e a disciplina podem
esconder e superar limitações. Ou seja, as condicionantes acabaram por ser uma
oportunidade de mostrar que continuamos a ser a equipa mais difícil de derrotar
em Portugal. O colectivo ainda importa no futebol. Agora esperamos por eles no Dragão!
Quanto ao Benfica, continua
a ser ‘mais fumo do que fogo’. Senão vejamos: a equipa de Jorge Jesus
colecciona golos frente aos adversários mais frágeis da Liga, no entanto, ainda
não venceu nenhum dos jogos mais exigentes que disputou esta época: empates com
Sp. Braga, Celtic e FC Porto, e derrotas com Barcelona e Spartak de Moscovo. E
Jorge Jesus continua a não conseguir explicar à turba benfiquista o motivo de
só ter ganho um jogo ao FC Porto (relativo à insignificante Taça da Liga!) nos
últimos 5 ‘clássicos’ disputados na Luz. ‘Score’ embaraçoso!
Entretanto, garantimos
mais 3 reforços: Diego Reys, Marat Izmailov e Mauro Caballero. O primeiro e o
último estavam muito bem referenciados pelo nosso maior rival que não teve
poder financeiro para garantir os dois sul-americanos. Provavelmente, o salário
principesco que Jorge Jesus aufere (está no top-15 dos mais bem pagos do
mundo!) também deixa o Benfica com a sua posição negocial enfraquecida. Tudo
consequência da proposta que num passado recente o FC Porto fez a Jorge Jesus e
que Luís Filipe Vieira se viu obrigado a cobrir. Irónico e divertido!
«Curiosidades FCP» - FC Porto - Ajax, Supertaça europeia 1987 (Parte III)
Continuamos a celebrar os 25 anos
da conquista da Supertaça europeia com mais algumas fotos do jogo que o FC
Porto disputou com o Ajax, nas Antas, relativo à 2ª mão da final (1-0). Rui
Barros, Fernando Gomes, Jaime Magalhães e Tomislav Ivic são os protagonistas.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Embriaguez coletiva
A
imprensa indígena, muito particularmente a desportiva, vive num estado de
embriaguez permanente, mas não é de vinho. A euforia tomou conta dos
jornalistas e comentadores pseudo-isentos em semana que antecede o clássico,
para nós portistas não é tarefa fácil ler nem que seja de soslaio os jornais
nacionais, tamanhas são as loas prestadas ao clube de todos os regimes num
verdadeiro ato de vassalagem próprio da idade média, enfim, também não podemos
esperar muito mais num país (des)governado por gente saída da tal trupe dos
seis milhões. A verdade é que o favoritismo puxa para a equipa da casa, cabe
agora a Vítor Pereira e aos seus jogadores saber contrariar esse handicap e
inverter esse mesmo nepotismo, nada que não tenha sido alcançado num passado
recente. A fazer fé naquilo que lemos, vemos e ouvimos à partida já
comparecemos a perder e para muitos o jogo de domingo é uma mera formalidade
fazendo as contas e separando as duas equipas por seis pontos, é o que se chama
em bom transmontano contar com o ovo no cú da galinha. JJ, o inefável treinador
do outro clube, dá-se mesmo ao luxo de fazer mind games e bluff ao melhor
estilo do poker, dando a transparecer a ideia de que tem jogadores lesionados
mas que na realidade não é verdade, é caso para dizer que a soberba permite
tudo ao contrário da inteligência que tem os seus limites. O treinador azul e
branco terá que usar esse mesmo discernimento para conseguir vencer, não
dispondo de grandes recursos para o fazer, terá de transformar as fraquezas em
forças, de incutir nos atletas um espírito de revolta e de conquista à boa
maneira do dragão, motivos não faltam e até ao dia do jogo outros surgirão. VP,
do ponto de vista tático, vai ter que mexer na equipa, tratando-se de uma
verdade Lapalissiana, apostaria na entrada de Maicon para a direita e o
adiantamento de Danilo para o meio campo ou a mais previsível substituição de
James por Defour, tudo não passa de suposições o que é sempre uma tarefa
ingrata e nada agradável. Em relação ao jogo da época anterior o FC Porto não
precisa de se expor tanto uma vez que não se trata do tudo ou nada, porque
ainda há muita liga pela frente, porém é sempre importante ganhar estes
confrontos, acima de tudo pela vantagem psicológica que confere ao seu
vencedor.
Amândio Rodrigues
A «foto do dia» - Elói
Voltamos a recuar à
excitante década de 80 do FC Porto recuperando uma foto do Elói, um brasileiro
que representou o FC Porto em 1985/86 e 1986/87.
Este médio-centro fez
um percurso idêntico ao de outro brasileiro que representou o FC Porto no final
dos anos 80, o lateral-esquerdo Branco, ambos jogaram no Fluminense (Brasil),
no FC Porto e no Génova (Itália).
Subscrever:
Mensagens (Atom)























