É a grande realidade dos últimos
‘clássicos’ disputados no Dragão, o Benfica pode ser mais ou menos agressivo,
perder mais ou menos tempo, ser mais ou menos conservador, ter mais ou menos
posse de bola, mas de uma coisa nunca abdica: jogar em função do FC Porto.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Ademir
O Ademir tem sido muito lembrado
nos últimos dias devido àquele importantíssimo golo marcado no ‘clássico’ com o
Benfica, no final da época 1977/78. Dedicamos-lhe duas fotos onde surge com a
camisola do Celta de Vigo, clube espanhol para onde se transferiu depois de
deixar o FC Porto.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
“Que la chupen y sigan chupando”
O que o FC Porto tem
feito esta época no campeonato é verdadeiramente notável: segue em 1º lugar à
entrada para a última jornada com escassas opções no banco, correndo atrás do
prejuízo quase meio-campeonato e vendo, nas últimas jornadas, o seu maior rival
a ser convidado por algumas arbitragens (jogos frente a Académica, Sporting e
Estoril) a agarrar o título com as duas mãos.
O Benfica chegou ao
Dragão com uma almofada de 2 pontos, uma vantagem garantida com a ajuda de arbitragens mais que duvidosas. Ou seja, nem com esta
espécie de almofada comprada no chinês souberam jogar.
Como os deuses sentiram
a atmosfera absolutamente formidável do Dragão, não de hostilização ao
adversário, mas de embalo e confiança à equipa, premiaram a fé de Vítor Pereira
e castigaram Jorge Jesus pelo temor que sempre mostra quando defronta o FC
Porto no Dragão. Quem faz ‘jogo de retranca’ não merece ser feliz. “Que la
chupen y sigan chupando” como disse Maradona.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
O clássico dos clássicos
O jogo deste sábado do Dragão representa muito mais do que um
simples desafio de futebol. Simboliza o confronto da humildade contra a
sobranceria, da modéstia contra a presunção, da simplicidade contra a altivez, da
genuinidade contra a artificialidade e do ser contra o parecer. Aquilo que há
uma semana parecia impossível está agora ao alcance de uma simples vitória, não
é tarefa fácil, nem se pode ou deve contar como um dado adquirido, pois foi com
base nesta filosofia que o nosso rival escorregou, não vamos agora alinhar na
mesma premissa, ou então o que foi feito até aqui será em vão.
Amândio Rodrigues
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Marcar primeiro pode ser fundamental
É um chavão algo vulgar nos dias
de hoje mas que pode fazer toda a diferença no próximo sábado, principalmente
para o FC Porto. O ‘clássico’ vai ser semelhante a uma 2ª mão de uma eliminatória
europeia que começou com um empate (0-0) na 1ª mão. Margem de erro nula!
terça-feira, 7 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Resta-nos mostrar que as coisas podiam ter sido diferentes…
A autoritária sequência
de vitórias do FC Porto nas últimas jornadas (sem jogos europeus a meio da
semana) mostrou-nos duas coisas:
- o FC Porto não dispôs
de plantel que lhe permitisse apresentar uma qualidade de jogo elevada e
regular na Champions e no campeonato;
- Nuno Almeida (árbitro
do Benfica - Académica) e João Capela (árbitro do Benfica - Sporting) retiraram-nos
a possibilidade (que Vítor Pereira e os jogadores mereciam) de discutir o título
palmo-a-palmo com o Benfica até à última jornada;
«Curiosidades FCP» - Kostadinov e o Bayern
A presença do Bayern de Munique na final da ‘Champions’ é
pretexto para recordarmos Emil Kostadinov, o supersónico avançado búlgaro que
vestiu a camisola do FC Porto e do Bayern. O ‘Kosta’ transferiu-se para a
Baviera no início da época 1994/95.
A «foto do dia» - Realista
Na «foto do dia» deixamos o
universo do futebol para recordarmos uma das lendas do Hóquei em Patins do FC
Porto: Carlos Realista (também vestiu a camisola do histórico Barcelona). Este
hoquista fez parte da célebre equipa comandada por Cristiano Pereira que se
sagrou campeã da Europa nos anos 80. Atualmente, Realista orienta o
Gulpilhares.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Um novo paradigma
A recente arbitragem do derby da segunda circular inaugura um novo
paradigma no futebol indígena, “Critério largo adaptado à Capela”. O mais
escandaloso não foi só o desempenho do senhor, mas a maneira como a comunicação
social branqueou o sucedido de uma forma verdadeiramente vergonhosa e
indecorosa a roçar a instrumentalização, tentado no fundo tapar o sol com a
peneira. A desonestidade intelectual que graça na nossa imprensa é repugnante,
tudo vale para enaltecer os feitos do clube de todos os regimes, menos mostrar
a verdade, felizmente que ainda existem as imagens e através delas se pode ver
a forma despudorada e desassombrada como uma pessoa alterou completamente a
verdade desportiva e quiçá o desfecho de um campeonato. Não adianta muito ao FC
Porto vencer os seus jogos, porque jamais alguém permitirá que o clube de Campolide
não vença este campeonato utilizando todos os meios para isso.
Amândio Rodrigues
A «foto do dia» - Fernando Gomes
Voltamos a dedicar uma foto ao
maior goleador da nossa história: Fernando Gomes, uma instituição dentro do
próprio FC Porto!
«Curiosidades FCP» - O bilhete do Villareal - FC Porto, Liga Europa 2010/11
Em semana de
meias-finais das competições da UEFA recordamos a nossa presença nessa fase da
Liga Europa 2010/11 com o ingresso que deu acesso ao Estádio El Madrigal, onde
se jogou o Villareal - FC Porto.
Depois do ‘show de
bola’ da 1ª mão (vitória por 5-1), o FC Porto limitou-se a gerir a vantagem
trazida do Dragão: 3-2 foi o resultado (golos de Cani, aos 17’; Hulk, aos 42’;
Falcão, aos 48’; Capdevila, aos 75’; e Giuseppe Rossi, aos 80’).
quarta-feira, 24 de abril de 2013
O embuste!
Nem seria preciso a calamitosa arbitragem de João Capela no Benfica - Sporting
para se perceber a autêntica farsa que tem sido este campeonato: 12 penalties assinalados
a favor do Benfica, 11 expulsões e 18 jogadores adversários impedidos de
defrontarem o Benfica por terem sido amarelados ou expulsos na jornada
anterior. Embuste!
A «foto do dia» - FC Porto 2003/04
Hoje, na «foto do dia», recuamos
ao FC Porto de José Mourinho com o «onze» que defrontou o Marselha na fase de
grupos da ‘Champions’ 2003/04 (vitória do FC Porto por 1-0, golo de Alenitchev aos
21’).
Em cima (da esq. p/
dta): Vítor Baía, Jorge Costa, Nuno Valente, Ricardo Carvalho, Benni McCarthy e
Costinha;
Em baixo (da esq. p/
dta): Bosingwa, Maniche, Paulo Ferreira, Derlei e Alenitchev;
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Esperar por Jackson
Regressou Jackson,
regressaram os golos! Ter técnica e ser, ao mesmo tempo, possante e ágil não é
para todos. A sucessão de jogos das últimas semanas prejudicou muito o colombiano,
que não estava habituado a esta cadência de jogos. Que pena não termos
providenciado atempadamente um substituto….
Frente a um Moreirense
que é mais frágil do que julgávamos, só os deslizes de Mangala (devia ficar
mais uma época para aprimorar o ‘tempo de desarme’) puseram Helton em alerta
(será que Fabiano vai ter que esperar mais um ano?). No resto, ‘nota mais’ para
Fernando. Com Lucho e Moutinho a enfrentarem o desgaste de uma longa época (são
sempre os mais disponíveis para pressionar o adversário) e James a continuar a
jogar em câmara lenta, tem sido Fernando a suportar o meio-campo (está cada vez
mais competente a transportar a bola e a rematar).
Vencer todos os jogos
até final não chega para chegar à liderança, mas chega para manter a cultura de
vitória e antecipar novo ciclo vitorioso para 2013/14.
A «foto do dia» - Domingos
Hoje na «foto do dia» recordamos
um dos maiores goleadores da história do FC Porto e do futebol português:
Domingos. Apesar do seu nome ser sempre associado ao FC Porto quando se fala
numa possível mudança de treinador, o nosso ex-nº 9 não terá o perfil que a
‘estrutura’ mais aprecia. Fica a recordação do goleador.
«Curiosidades FCP» - Juary e o Inter
Voltamos a dedicar um ‘post’ ao
suplente mais útil e célebre da história do FC Porto recordando a passagem do
Juary pelo histórico Inter de Milão.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Imperativo nacional
A atribuição
do título de campeão da Liga transformou-se numa questão de estado, isto é, se
o clube de todos os regimes não conseguir vencer é visto por muitos como um
crime de lesa pátria tal é a forma desavergonhada e despudorada com que os
escribas enaltecem e se inebriam com as exibições do clube da segunda circular,
olvidando-se do código deontológico que os obriga ao dever de isenção e
imparcialidade. Imaginem se um presidente da república estrangeiro aparecesse
com o cachecol do clube de Campolide, numa sessão solene com o chefe de estado
do nosso país, como seria a primeira página de muitos dos jornais no dia
seguinte? Nem quero pensar, uma verdadeira diarreia cerebral de capas com frases
a superar tudo o que a nossa imaginação nos possa levar. Pois bem, isto já
aconteceu, mas foi com o FC Porto, na recente deslocação à Colômbia do PR
português, e qual foi a repercussão que isto teve em termos de acompanhamento
dos media? Muito próximo do zero, algumas tímidas e envergonhadas linhas em
alguns periódicos. A nação que temos não merece o FC Porto. Atrevo-me a sugerir
ao próprio primeiro-ministro, também ele um confesso adepto vermelho, que faça
aprovar e publicar um decreto, onde proíba qualquer clube que jogue contra o
dele, de lhe tirar pontos seja em que circunstância for, só isto já erguia a
moral da própria nação e fazia-nos esquecer tudo o resto.
Amândio
Rodrigues
A «foto do dia» - FC Porto 1982/83
Hoje recuamos ao FC
Porto de José Maria Pedroto com uma foto de um «onze» utilizado pelo Mestre em 1982/83.
Em cima (da esq. p/ dta): Eurico, Sousa, Rodolfo,
Walsh, Lima Pereira e Amaral;
Em baixo (da esq. p/ dta): Frasco, João Pinto,
Fernando Gomes, Jaime Pacheco e Costa;
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Futebol sem balizas!
Uma primeira declaração
antes do comentário ao jogo: qualquer época em que o FC Porto não vença o
campeonato (ou uma prova europeia) será sempre uma época fracassada (Jorge
Jesus, por exemplo, já não seria treinador do FC Porto se estivesse há duas
épocas sem vencer o campeonato). A bitola do FC Porto subiu muito desde os anos
70. Não seriam a Supertaça e a Taça da Liga a salvarem a época.
Agora a final da Taça
da Liga. Foi um jogo decidido num lance em que Mossoró soube explorar a
ingenuidade de Abdoulaye, um jogador que comete demasiadas 'faltas para amarelo' tendo em conta os pouquíssimos minutos em que é utilizado (já era assim na
Académica!). Mas o que mais nos irritou nem foi o facto do FC Porto ter perdido
a Taça da Liga, foi a forma como perdeu. Se no jogo do campeonato a postura
medrosa de José Peseiro mereceu críticas, ontem o treinador do Sp. Braga conseguiu
fazer mais com menos. Não se entende que, privilegiando o ‘4-3-3’, Vítor Pereira
abdique de jogar com extremos puros (tinha Atsu disponível!) preferindo o jogo
interior e previsível de Defour (e lançar o irreverente mas imaturo Kelvin, num
jogo em que a equipa está reduzida a 10 jogadores e precisa de circular a bola,
foi outra gaffe). O Sp. Braga não tem
tão bons jogadores como o FC Porto, mas soube explorar melhor o sistema que
ambas as equipas utilizam. O comentador portista Miguel Sousa Tavares pode
perceber pouco de futebol, mas numa coisa está certo: o modelo de Vítor Pereira
é avesso ao risco, algo incompreensível num país de futebol pouco competitivo e
em que 90% das equipas são frágeis. Por vezes jogamos um futebol sem balizas!
A «foto do dia» - João Pinto
Continuamos a dedicar fotos a
lendas portistas da década de 80. Hoje é a vez do eterno ‘capitão’ João Pinto.
«Curiosidades FCP» - A Selecção em 1984
Recuamos ao ‘Euro 84’
com o «onze» que Fernando Cabrita utilizou frente à Alemanha (0-0), uma equipa
constituída maioritariamente por jogadores do FC Porto, que dois meses antes
disputaram a final da Taça dos Vencedores das Taças, em Basileia, frente à
Juventus.
Em cima (da esq. p/
dta): Eurico, Jordão, João Pinto, Álvaro e Lima Pereira;
Em baixo (da esq. p/
dta): Bento, Jaime Pacheco, Sousa, Frasco, Chalana e Carlos Manuel;
sexta-feira, 12 de abril de 2013
A três penáltis do título
De uma forma simplista poderíamos
dizer que as duas grandes penalidades falhadas por Jackson nos jogos com o
Olhanense e Marítimo, e a falta indevidamente assinalada e que possibilitou ao clube
de todos os regimes vencer a Académica, estão a fazer toda a diferença em
termos de tabela classificativa. Embora seja uma verdade indesmentível não
explica tudo, o FC Porto perdeu brilho e clarividência depois de durante algum
tempo ter apresentado um futebol vistoso e fulgurante, mas a eliminação
infantil da Liga dos Campeões deixou marcas no dragão e do ponto de vista
anímico a equipa não soube reagir sendo que o empate com os algarvios poderá
revelar-se decisivo para o desfecho desta liga. No último desafio em casa com o
Sp. Braga só a irreverência de alguns jogadores, que ainda não se afirmaram em
definitivo, desencravou o jogo e possibilitou uma vitória que sendo aproveitada
e explorada pelo treinador trará a motivação necessária para que este fim de
época não seja penoso. O próximo embate com os arsenalistas é apenas um prémio
de consolação, uma espécie de terminação da lotaria importante para o currículo
de troféus, mas mais uma final para ganhar.
Amândio Rodrigues
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