quinta-feira, 16 de maio de 2013

Queremos ganhar limpinho, limpinho, limpinho!


Os autênticos ‘roubos de Capela’ que têm marcado este campeonato (o Benfica já não estaria a discutir o título se não fossem as desastradas arbitragens nos jogos com Académica, Sporting e Estoril), até nos dariam legitimidade para desresponsabilizarmos a arbitragem se algo ilícito marcasse a desejada vitória do FC Porto em Paços de Ferreira. No entanto, esta não será apenas uma oportunidade de consolidarmos a hegemonia no ciclo-Jorge Jesus, será também uma oportunidade de vencermos “limpinho, limpinho, limpinho”. A ‘forma como se ganha’ nunca fez tanto sentido para o FC Porto como neste campeonato. Fazer melhor que o Benfica com um plantel inferior, sem as ajudas dos árbitros e sem a complacência do regime passou a ser um desígnio para o FC Porto. 

FC Porto - Vit. Setúbal, época 1967/68


Recuamos à longínqua época de 1967/68 com a capa do programa oficial do FC Porto - Vit. Setúbal (vencemos 2-0), jogo da 13ª jornada do campeonato, um confronto que se viria a repetir na final da Taça de Portugal dessa mesma época (vitória do FC Porto, por 2-1). 

Continuando a celebrar os 10 anos de 'Sevilha 2003': Mjallby e Derlei


terça-feira, 14 de maio de 2013

No Dragão, o Benfica joga em função do FC Porto


É a grande realidade dos últimos ‘clássicos’ disputados no Dragão, o Benfica pode ser mais ou menos agressivo, perder mais ou menos tempo, ser mais ou menos conservador, ter mais ou menos posse de bola, mas de uma coisa nunca abdica: jogar em função do FC Porto. 

Ademir


O Ademir tem sido muito lembrado nos últimos dias devido àquele importantíssimo golo marcado no ‘clássico’ com o Benfica, no final da época 1977/78. Dedicamos-lhe duas fotos onde surge com a camisola do Celta de Vigo, clube espanhol para onde se transferiu depois de deixar o FC Porto.


segunda-feira, 13 de maio de 2013

“Que la chupen y sigan chupando”


O que o FC Porto tem feito esta época no campeonato é verdadeiramente notável: segue em 1º lugar à entrada para a última jornada com escassas opções no banco, correndo atrás do prejuízo quase meio-campeonato e vendo, nas últimas jornadas, o seu maior rival a ser convidado por algumas arbitragens (jogos frente a Académica, Sporting e Estoril) a agarrar o título com as duas mãos.
O Benfica chegou ao Dragão com uma almofada de 2 pontos, uma vantagem garantida com a ajuda de arbitragens mais que duvidosas. Ou seja, nem com esta espécie de almofada comprada no chinês souberam jogar.
Como os deuses sentiram a atmosfera absolutamente formidável do Dragão, não de hostilização ao adversário, mas de embalo e confiança à equipa, premiaram a fé de Vítor Pereira e castigaram Jorge Jesus pelo temor que sempre mostra quando defronta o FC Porto no Dragão. Quem faz ‘jogo de retranca’ não merece ser feliz. “Que la chupen y sigan chupando” como disse Maradona. 

Teixeira (pelo Francisco Zambujal)


Continuando a celebrar os 10 anos de 'Sevilha 2003'


sexta-feira, 10 de maio de 2013

O clássico dos clássicos


O jogo deste sábado do Dragão representa muito mais do que um simples desafio de futebol. Simboliza o confronto da humildade contra a sobranceria, da modéstia contra a presunção, da simplicidade contra a altivez, da genuinidade contra a artificialidade e do ser contra o parecer. Aquilo que há uma semana parecia impossível está agora ao alcance de uma simples vitória, não é tarefa fácil, nem se pode ou deve contar como um dado adquirido, pois foi com base nesta filosofia que o nosso rival escorregou, não vamos agora alinhar na mesma premissa, ou então o que foi feito até aqui será em vão.
Amândio Rodrigues

Recordando outros duelos: Kostadinov e Veloso


A propósito dos 10 anos de 'Sevilha 2003'


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Marcar primeiro pode ser fundamental


É um chavão algo vulgar nos dias de hoje mas que pode fazer toda a diferença no próximo sábado, principalmente para o FC Porto. O ‘clássico’ vai ser semelhante a uma 2ª mão de uma eliminatória europeia que começou com um empate (0-0) na 1ª mão. Margem de erro nula! 

Recordando duelos de um passado recente...


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Resta-nos mostrar que as coisas podiam ter sido diferentes…


A autoritária sequência de vitórias do FC Porto nas últimas jornadas (sem jogos europeus a meio da semana) mostrou-nos duas coisas:
- o FC Porto não dispôs de plantel que lhe permitisse apresentar uma qualidade de jogo elevada e regular na Champions e no campeonato;
- Nuno Almeida (árbitro do Benfica - Académica) e João Capela (árbitro do Benfica - Sporting) retiraram-nos a possibilidade (que Vítor Pereira e os jogadores mereciam) de discutir o título palmo-a-palmo com o Benfica até à última jornada; 

«Curiosidades FCP» - Kostadinov e o Bayern


A presença do Bayern de Munique na final da ‘Champions’ é pretexto para recordarmos Emil Kostadinov, o supersónico avançado búlgaro que vestiu a camisola do FC Porto e do Bayern. O ‘Kosta’ transferiu-se para a Baviera no início da época 1994/95. 

A «foto do dia» - Realista


Na «foto do dia» deixamos o universo do futebol para recordarmos uma das lendas do Hóquei em Patins do FC Porto: Carlos Realista (também vestiu a camisola do histórico Barcelona). Este hoquista fez parte da célebre equipa comandada por Cristiano Pereira que se sagrou campeã da Europa nos anos 80. Atualmente, Realista orienta o Gulpilhares. 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Um novo paradigma


A recente arbitragem do derby da segunda circular inaugura um novo paradigma no futebol indígena, “Critério largo adaptado à Capela”. O mais escandaloso não foi só o desempenho do senhor, mas a maneira como a comunicação social branqueou o sucedido de uma forma verdadeiramente vergonhosa e indecorosa a roçar a instrumentalização, tentado no fundo tapar o sol com a peneira. A desonestidade intelectual que graça na nossa imprensa é repugnante, tudo vale para enaltecer os feitos do clube de todos os regimes, menos mostrar a verdade, felizmente que ainda existem as imagens e através delas se pode ver a forma despudorada e desassombrada como uma pessoa alterou completamente a verdade desportiva e quiçá o desfecho de um campeonato. Não adianta muito ao FC Porto vencer os seus jogos, porque jamais alguém permitirá que o clube de Campolide não vença este campeonato utilizando todos os meios para isso.
Amândio Rodrigues

A «foto do dia» - Fernando Gomes


Voltamos a dedicar uma foto ao maior goleador da nossa história: Fernando Gomes, uma instituição dentro do próprio FC Porto!

«Curiosidades FCP» - O bilhete do Villareal - FC Porto, Liga Europa 2010/11


Em semana de meias-finais das competições da UEFA recordamos a nossa presença nessa fase da Liga Europa 2010/11 com o ingresso que deu acesso ao Estádio El Madrigal, onde se jogou o Villareal - FC Porto. 
Depois do ‘show de bola’ da 1ª mão (vitória por 5-1), o FC Porto limitou-se a gerir a vantagem trazida do Dragão: 3-2 foi o resultado (golos de Cani, aos 17’; Hulk, aos 42’; Falcão, aos 48’; Capdevila, aos 75’; e Giuseppe Rossi, aos 80’). 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O embuste!


Nem seria preciso a calamitosa arbitragem de João Capela no Benfica - Sporting para se perceber a autêntica farsa que tem sido este campeonato: 12 penalties assinalados a favor do Benfica, 11 expulsões e 18 jogadores adversários impedidos de defrontarem o Benfica por terem sido amarelados ou expulsos na jornada anterior. Embuste! 

A «foto do dia» - FC Porto 2003/04


Hoje, na «foto do dia», recuamos ao FC Porto de José Mourinho com o «onze» que defrontou o Marselha na fase de grupos da ‘Champions’ 2003/04 (vitória do FC Porto por 1-0, golo de Alenitchev aos 21’).
Em cima (da esq. p/ dta): Vítor Baía, Jorge Costa, Nuno Valente, Ricardo Carvalho, Benni McCarthy e Costinha;
Em baixo (da esq. p/ dta): Bosingwa, Maniche, Paulo Ferreira, Derlei e Alenitchev;  

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Esperar por Jackson


Regressou Jackson, regressaram os golos! Ter técnica e ser, ao mesmo tempo, possante e ágil não é para todos. A sucessão de jogos das últimas semanas prejudicou muito o colombiano, que não estava habituado a esta cadência de jogos. Que pena não termos providenciado atempadamente um substituto….
Frente a um Moreirense que é mais frágil do que julgávamos, só os deslizes de Mangala (devia ficar mais uma época para aprimorar o ‘tempo de desarme’) puseram Helton em alerta (será que Fabiano vai ter que esperar mais um ano?). No resto, ‘nota mais’ para Fernando. Com Lucho e Moutinho a enfrentarem o desgaste de uma longa época (são sempre os mais disponíveis para pressionar o adversário) e James a continuar a jogar em câmara lenta, tem sido Fernando a suportar o meio-campo (está cada vez mais competente a transportar a bola e a rematar).
Vencer todos os jogos até final não chega para chegar à liderança, mas chega para manter a cultura de vitória e antecipar novo ciclo vitorioso para 2013/14. 

A «foto do dia» - Domingos


Hoje na «foto do dia» recordamos um dos maiores goleadores da história do FC Porto e do futebol português: Domingos. Apesar do seu nome ser sempre associado ao FC Porto quando se fala numa possível mudança de treinador, o nosso ex-nº 9 não terá o perfil que a ‘estrutura’ mais aprecia. Fica a recordação do goleador.

«Curiosidades FCP» - Juary e o Inter


Voltamos a dedicar um ‘post’ ao suplente mais útil e célebre da história do FC Porto recordando a passagem do Juary pelo histórico Inter de Milão. 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Imperativo nacional


A atribuição do título de campeão da Liga transformou-se numa questão de estado, isto é, se o clube de todos os regimes não conseguir vencer é visto por muitos como um crime de lesa pátria tal é a forma desavergonhada e despudorada com que os escribas enaltecem e se inebriam com as exibições do clube da segunda circular, olvidando-se do código deontológico que os obriga ao dever de isenção e imparcialidade. Imaginem se um presidente da república estrangeiro aparecesse com o cachecol do clube de Campolide, numa sessão solene com o chefe de estado do nosso país, como seria a primeira página de muitos dos jornais no dia seguinte? Nem quero pensar, uma verdadeira diarreia cerebral de capas com frases a superar tudo o que a nossa imaginação nos possa levar. Pois bem, isto já aconteceu, mas foi com o FC Porto, na recente deslocação à Colômbia do PR português, e qual foi a repercussão que isto teve em termos de acompanhamento dos media? Muito próximo do zero, algumas tímidas e envergonhadas linhas em alguns periódicos. A nação que temos não merece o FC Porto. Atrevo-me a sugerir ao próprio primeiro-ministro, também ele um confesso adepto vermelho, que faça aprovar e publicar um decreto, onde proíba qualquer clube que jogue contra o dele, de lhe tirar pontos seja em que circunstância for, só isto já erguia a moral da própria nação e fazia-nos esquecer tudo o resto.
Amândio Rodrigues

A «foto do dia» - FC Porto 1982/83


Hoje recuamos ao FC Porto de José Maria Pedroto com uma foto de um «onze» utilizado pelo Mestre em 1982/83.
Em cima (da esq. p/ dta): Eurico, Sousa, Rodolfo, Walsh, Lima Pereira e Amaral;
Em baixo (da esq. p/ dta): Frasco, João Pinto, Fernando Gomes, Jaime Pacheco e Costa; 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Futebol sem balizas!


Uma primeira declaração antes do comentário ao jogo: qualquer época em que o FC Porto não vença o campeonato (ou uma prova europeia) será sempre uma época fracassada (Jorge Jesus, por exemplo, já não seria treinador do FC Porto se estivesse há duas épocas sem vencer o campeonato). A bitola do FC Porto subiu muito desde os anos 70. Não seriam a Supertaça e a Taça da Liga a salvarem a época.
Agora a final da Taça da Liga. Foi um jogo decidido num lance em que Mossoró soube explorar a ingenuidade de Abdoulaye, um jogador que comete demasiadas 'faltas para amarelo' tendo em conta os pouquíssimos minutos em que é utilizado (já era assim na Académica!). Mas o que mais nos irritou nem foi o facto do FC Porto ter perdido a Taça da Liga, foi a forma como perdeu. Se no jogo do campeonato a postura medrosa de José Peseiro mereceu críticas, ontem o treinador do Sp. Braga conseguiu fazer mais com menos. Não se entende que, privilegiando o ‘4-3-3’, Vítor Pereira abdique de jogar com extremos puros (tinha Atsu disponível!) preferindo o jogo interior e previsível de Defour (e lançar o irreverente mas imaturo Kelvin, num jogo em que a equipa está reduzida a 10 jogadores e precisa de circular a bola, foi outra gaffe). O Sp. Braga não tem tão bons jogadores como o FC Porto, mas soube explorar melhor o sistema que ambas as equipas utilizam. O comentador portista Miguel Sousa Tavares pode perceber pouco de futebol, mas numa coisa está certo: o modelo de Vítor Pereira é avesso ao risco, algo incompreensível num país de futebol pouco competitivo e em que 90% das equipas são frágeis. Por vezes jogamos um futebol sem balizas!