quinta-feira, 23 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
O ‘minuto 92’ e o ‘fora-de-jogo de Maicon’
Hoje analisamos a
‘época-de-sonho-que-o-Benfica-realizou-e-que-ninguém-pode-branquear-senão-Jorge-Jesus-chateia-se’ (longe vão os tempos de palestras em Universidades e citações de Pascal….). A única
verdade é que quando a fasquia sobe, o Benfica não vence. Foi assim em Moscovo,
em Glasgow, em Amesterdão, nos dois jogos com o Barcelona e nos dois jogos com
o FC Porto. Pelo meio, uma ou outra goleada aos sem-abrigo do futebol
português. Muito pouco para quem só é forte com os fracos. Muito pouco até a
desculpa chegar em forma de relógio: ‘minuto 92’!
Estranhamos que o
‘minuto 94’ do jogo frente à Académica (uma grande-penalidade forjada pelo
árbitro deu a vitória ao Benfica no último lance do jogo) não tenha tido o
mesmo impacto na turba benfiquista e nos media do regime que o ‘minuto 92’.
Caramba, foram apenas dois minutos de diferença!
O ‘minuto 92’ está para
esta época como o ‘fora-de-jogo de Maicon’ esteve para a época anterior: álibis
perfeitos para Luís Filipe Vieira e Jorge Jesus afastarem responsabilidades
sobre a forma como o Benfica é gerido dentro e fora de campo.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
E pluribus unum!
Fim-de-semana gordo para
o FC Porto: Andebol, Hóquei em Patins e Futebol. Isto é uma demonstração de vitalidade e
ecletismo que confirma o ambiente de ambição e união que se vive no clube. O
Benfica levou uma autêntica ensaboadela!
No Futebol, como não é possível
dedicar uma palavra a todos os jogadores, optamos por, em nome de todo o grupo,
felicitar o ‘capitão’ Lucho Gonzalez (foi sempre campeão nas 6 épocas em que
representou o FC Porto: notável!), na nossa opinião o jogador que melhor
personifica o vínculo e simbiose existentes neste ciclo-Vítor Pereira entre
adeptos, jogadores e administração.
Lembrar ainda que o
tricampeonato mantém o nosso maior rival preso ao embaraçante score de 2
campeonatos nacionais conquistados nos últimos 19 anos. E ambos garantidos de
forma mais que suspeita e por isso justamente apelidados de Estorilgate e Campeonato dos Túneis. Felizmente,
o nosso FC Porto está cada vez mais preocupado com a ‘forma como se vence’ em
detrimento do cada vez mais em voga ‘ganhar a qualquer custo’ no seu maior
rival. Esta época voltámos a dar um banho de seriedade e savoir faire ao Benfica. E pluribus unum!
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Só mais uma
Depois da reviravolta da semana passada, o desafio deste
domingo não será nada fácil e seguramente não é o melhor adversário para final
de campeonato. O FC Porto vai encontrar um oponente super motivado, que fez uma
grande época, com relações privilegiadas com o clube de todos os regimes e que
já deu mostras de alguma provocação na questão dos bilhetes e distribuição dos
adeptos no campo. Esta semana, especialmente no sábado, assistimos a algumas
manifestações desapropriadas de festejos depois da vitória sobre o clube de
Campolide, sinceramente desejamos que tais exageros não tenham tido eco na
equipa e implicações no próprio jogo.
O FC Porto tem a obrigação de ganhar, seja em que
circunstâncias for, conseguir o Tri, continuar com a cultura de vitória que
existe e reafirmar a posição de supremacia do futebol luso. No entanto, não se
pode cair no risco de pensar que as coisas se resolvem de per si e basta apenas
vestir as camisolas e que outros apenas nos devem prestar vassalagem e estender
a passadeira, uma teoria muito em voga lá para os lados da 2.ª circular,
amplificada pela comunicação social e com os resultados que se conhecem. Manter
a focalização no grande objetivo, preservar a concentração, não facilitar em nada
e só assim se conseguem os campeonatos porque isto das vitórias morais não
existe, apenas servem para justificar fracassos e enganar os mais incautos.
Amândio Rodrigues
Mly
Voltamos a dedicar uma foto ao
seguro e imperturbável Josef Mlynarczyk, aqui com a camisola da
Polónia.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Queremos ganhar limpinho, limpinho, limpinho!
Os autênticos ‘roubos de Capela’
que têm marcado este campeonato (o Benfica já não estaria a discutir o título
se não fossem as desastradas arbitragens nos jogos com Académica, Sporting e
Estoril), até nos dariam legitimidade para desresponsabilizarmos a arbitragem
se algo ilícito marcasse a desejada vitória do FC Porto em Paços de Ferreira.
No entanto, esta não será apenas uma oportunidade de consolidarmos a hegemonia
no ciclo-Jorge Jesus, será também uma oportunidade de vencermos “limpinho,
limpinho, limpinho”. A ‘forma como se ganha’ nunca fez tanto sentido para o FC
Porto como neste campeonato. Fazer melhor que o Benfica com um plantel
inferior, sem as ajudas dos árbitros e sem a complacência do regime passou a
ser um desígnio para o FC Porto.
FC Porto - Vit. Setúbal, época 1967/68
Recuamos à longínqua época de 1967/68 com a capa do programa
oficial do FC Porto - Vit. Setúbal (vencemos 2-0), jogo da 13ª jornada do
campeonato, um confronto que se viria a repetir na final da Taça de Portugal
dessa mesma época (vitória do FC Porto, por 2-1).
terça-feira, 14 de maio de 2013
No Dragão, o Benfica joga em função do FC Porto
É a grande realidade dos últimos
‘clássicos’ disputados no Dragão, o Benfica pode ser mais ou menos agressivo,
perder mais ou menos tempo, ser mais ou menos conservador, ter mais ou menos
posse de bola, mas de uma coisa nunca abdica: jogar em função do FC Porto.
Ademir
O Ademir tem sido muito lembrado
nos últimos dias devido àquele importantíssimo golo marcado no ‘clássico’ com o
Benfica, no final da época 1977/78. Dedicamos-lhe duas fotos onde surge com a
camisola do Celta de Vigo, clube espanhol para onde se transferiu depois de
deixar o FC Porto.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
“Que la chupen y sigan chupando”
O que o FC Porto tem
feito esta época no campeonato é verdadeiramente notável: segue em 1º lugar à
entrada para a última jornada com escassas opções no banco, correndo atrás do
prejuízo quase meio-campeonato e vendo, nas últimas jornadas, o seu maior rival
a ser convidado por algumas arbitragens (jogos frente a Académica, Sporting e
Estoril) a agarrar o título com as duas mãos.
O Benfica chegou ao
Dragão com uma almofada de 2 pontos, uma vantagem garantida com a ajuda de arbitragens mais que duvidosas. Ou seja, nem com esta
espécie de almofada comprada no chinês souberam jogar.
Como os deuses sentiram
a atmosfera absolutamente formidável do Dragão, não de hostilização ao
adversário, mas de embalo e confiança à equipa, premiaram a fé de Vítor Pereira
e castigaram Jorge Jesus pelo temor que sempre mostra quando defronta o FC
Porto no Dragão. Quem faz ‘jogo de retranca’ não merece ser feliz. “Que la
chupen y sigan chupando” como disse Maradona.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
O clássico dos clássicos
O jogo deste sábado do Dragão representa muito mais do que um
simples desafio de futebol. Simboliza o confronto da humildade contra a
sobranceria, da modéstia contra a presunção, da simplicidade contra a altivez, da
genuinidade contra a artificialidade e do ser contra o parecer. Aquilo que há
uma semana parecia impossível está agora ao alcance de uma simples vitória, não
é tarefa fácil, nem se pode ou deve contar como um dado adquirido, pois foi com
base nesta filosofia que o nosso rival escorregou, não vamos agora alinhar na
mesma premissa, ou então o que foi feito até aqui será em vão.
Amândio Rodrigues
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Marcar primeiro pode ser fundamental
É um chavão algo vulgar nos dias
de hoje mas que pode fazer toda a diferença no próximo sábado, principalmente
para o FC Porto. O ‘clássico’ vai ser semelhante a uma 2ª mão de uma eliminatória
europeia que começou com um empate (0-0) na 1ª mão. Margem de erro nula!
terça-feira, 7 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Resta-nos mostrar que as coisas podiam ter sido diferentes…
A autoritária sequência
de vitórias do FC Porto nas últimas jornadas (sem jogos europeus a meio da
semana) mostrou-nos duas coisas:
- o FC Porto não dispôs
de plantel que lhe permitisse apresentar uma qualidade de jogo elevada e
regular na Champions e no campeonato;
- Nuno Almeida (árbitro
do Benfica - Académica) e João Capela (árbitro do Benfica - Sporting) retiraram-nos
a possibilidade (que Vítor Pereira e os jogadores mereciam) de discutir o título
palmo-a-palmo com o Benfica até à última jornada;
«Curiosidades FCP» - Kostadinov e o Bayern
A presença do Bayern de Munique na final da ‘Champions’ é
pretexto para recordarmos Emil Kostadinov, o supersónico avançado búlgaro que
vestiu a camisola do FC Porto e do Bayern. O ‘Kosta’ transferiu-se para a
Baviera no início da época 1994/95.
A «foto do dia» - Realista
Na «foto do dia» deixamos o
universo do futebol para recordarmos uma das lendas do Hóquei em Patins do FC
Porto: Carlos Realista (também vestiu a camisola do histórico Barcelona). Este
hoquista fez parte da célebre equipa comandada por Cristiano Pereira que se
sagrou campeã da Europa nos anos 80. Atualmente, Realista orienta o
Gulpilhares.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Um novo paradigma
A recente arbitragem do derby da segunda circular inaugura um novo
paradigma no futebol indígena, “Critério largo adaptado à Capela”. O mais
escandaloso não foi só o desempenho do senhor, mas a maneira como a comunicação
social branqueou o sucedido de uma forma verdadeiramente vergonhosa e
indecorosa a roçar a instrumentalização, tentado no fundo tapar o sol com a
peneira. A desonestidade intelectual que graça na nossa imprensa é repugnante,
tudo vale para enaltecer os feitos do clube de todos os regimes, menos mostrar
a verdade, felizmente que ainda existem as imagens e através delas se pode ver
a forma despudorada e desassombrada como uma pessoa alterou completamente a
verdade desportiva e quiçá o desfecho de um campeonato. Não adianta muito ao FC
Porto vencer os seus jogos, porque jamais alguém permitirá que o clube de Campolide
não vença este campeonato utilizando todos os meios para isso.
Amândio Rodrigues
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