A paragem terá chegado em boa altura para o FC Porto (o jogo da próxima semana, frente ao Marítimo, vai tirar todas as dúvidas), que chegou ao último jogo de 2010 com a auto-estima lá em cima mas com as pilhas meio-descarregadas. No entanto, as últimas exibições faziam prever que a derrota estava próxima.
Positivo (+):
- a fiabilidade dos sempre discretos e eficientes Rolando e João Moutinho;
- a iniciativa que o FC Porto mais uma vez promoveu de abrir o 1º treino da época aos adeptos (estiveram no Dragão mais de 5 mil pessoas: fantástica empatia!);

- o FC Porto perdeu a invencibilidade, mas pode agora concentrar-se no essencial: a conquista dos títulos!
- o ‘ritmo de Taça da Liga’ que o FC Porto impôs no jogo;
- o individualismo de Hulk;
- perante a infelicidade de Kieszek e a exibição menos conseguida de Sereno (mais um que chegou ao FC Porto beneficiando da inútil política de tentar irritar os adversários, no caso o Vit. Guimarães), fica a ideia que talvez não se justificasse a aposta de Villas-Boas em alguns menos utilizados (os jogadores vinham de férias e nem sequer havia jogo a meio da semana…);
1 comentário:
Não há qualquer dramatismo neste insucesso. Foi um jogo de experiências, justificadas e necessárias, a que faltou uma estrelinha para terminar bem.
Lamentável é que equipas que jogam como fez ontem o Nacional, sejam elogiadas e louvado o seu responsável, o treinador.
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