Ontem, depois do golo de Fabiano, veio-me à memória o excesso de confiança que se abateu sobre o FC Porto em vésperas daquele fatídico jogo frente à Sampdória, em eliminatória da Taça dos Vencedores das Taças (derrota do FC Porto, nas grandes-penalidades, depois da vitória em Itália, por 0-1). Felizmente, este FC Porto é bem mais compacto e menos romântico do que aquela equipa orientada por Bobby Robson (curiosamente, a grande referência de Villas-Boas) e nem sequer merecia ter perdido o jogo. O FC Porto tem mais futebol que o Sevilha!
Positivo (+):
- a passagem à próxima eliminatória (o FC Porto eliminou um clube com um orçamento superior a 100 milhões de euros e que era um dos mais sérios candidatos a vencer a competição);
- nota muito positiva para a forma como o FC Porto controlou o jogo e o adversário durante 70 minutos: nesse período só faltou o golo!
- o quarteto defensivo do FC Porto foi mais agressivo do que em Sevilha e só vacilou quando os espanhóis decidiram "partir o jogo";
- a tensão e emoção que envolveram o jogo foram semelhantes às de uma eliminatória de ‘Champions’;
- os aplausos com que os adeptos se despediram da equipa são o reconhecimento do valor do adversário e do esforço que foi feito para o eliminar: o público do Dragão sabe ver futebol!
- apesar da derrota, o FC Porto sai com a auto-estima reforçada na Liga Europa: a partir de agora, venha quem vier!
Negativo (-):
- a UEFA escolheu um árbitro condizente com o estatuto que FC Porto e Sevilha ostentam na Europa, mas Howard Webb não foi feliz: perdoou o segundo amarelo a Alexis ainda na 1ª parte e foi demasiado rigoroso ao expulsar Álvaro Pereira;
- deu a sensação que o FC Porto não estava preparado para a utlização simultânea, por parte do Sevilha, de 3 avançados (Negredo, Kanouté e Fabiano): foi a partir desse momento que os espanhóis ganharam ascendente sobre o jogo;
- Hulk atravessa um momento de menor fulgor: tomou sempre más decisões (parece mentalmente desgastado);
- a tensão e emoção que envolveram o jogo foram semelhantes às de uma eliminatória de ‘Champions’;
- os aplausos com que os adeptos se despediram da equipa são o reconhecimento do valor do adversário e do esforço que foi feito para o eliminar: o público do Dragão sabe ver futebol!
- apesar da derrota, o FC Porto sai com a auto-estima reforçada na Liga Europa: a partir de agora, venha quem vier!
- a UEFA escolheu um árbitro condizente com o estatuto que FC Porto e Sevilha ostentam na Europa, mas Howard Webb não foi feliz: perdoou o segundo amarelo a Alexis ainda na 1ª parte e foi demasiado rigoroso ao expulsar Álvaro Pereira;
- deu a sensação que o FC Porto não estava preparado para a utlização simultânea, por parte do Sevilha, de 3 avançados (Negredo, Kanouté e Fabiano): foi a partir desse momento que os espanhóis ganharam ascendente sobre o jogo;
- Hulk atravessa um momento de menor fulgor: tomou sempre más decisões (parece mentalmente desgastado);
2 comentários:
Jogar para a goleada e acabar perdendo. Esta frase sintetiza o que se passou ontem no Dragão.
Tanto golo falhado! Estamos nos oitavos, como ambicionávamos, com todo o mérito, diga-se.
Agora toca-nos o CSKA de Moscovo.
Vamos lá a afinar a pontaria para continuarmos a sonhar em Dublin.
Um abraço
Caros portistas, o jogo de ontem foi deveras difícil pelo menos até aos 67’minutos pois a equipa da casa causou extremas dificuldades, mas não há nada que um bom e regressado avançado não resolva, e após uma larga ausência Falcão bisou e muito bem, Beluschi não decepcionou e fez um magnifico golo, conclusão mediante as dificuldades vencemos num terreno difícil com uma grande exibição.
Cumprimentos,
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