
A «Ídolos do Desporto» era de periodicidade mensal mas com o decorrer dos anos tornou-se uma publicação algo irregular porque andou durante algum tempo longe das bancas. Apesar de ser editada desde os anos 50, a revista teve o seu apogeu durante as décadas de 70 e 80. Durante esse período, apresentava capa e contra-capa a cores, e páginas interiores que alternavam a cor com o preto e branco. Nos anos 80, a «Ídolos do Desporto» chegou a sair para as bancas com 48 páginas, que tinham um preço de capa de 80$. A revista retratava a vida e carreira dos grandes futebolistas e ídolos do desporto nacional, do presente e do passado.
Nesta edição, da época 1979/80, o destaque foi para José Alberto Costa. Este antigo extremo-esquerdo do FC Porto tinha chegado às Antas na época anterior, em 1978/79, e permaneceu no FC Porto durante 7 épocas consecutivas. Durante esse período, Costa sagrou-se duas vezes campeão nacional (em 1978/79 e 1984/85) e venceu ainda uma Taça de Portugal (1983/84) e três Supertaças Cândido de Oliveira.
5 comentários:
Amigo Ricardo Vara:
Possuímos este exemplar... autografado.
Foi, para nós, o terceiro melhor extremo-esquerdo que vimos, depois do Perdigão e do Nóbrega.
Por «falar» do Nóbrega.
Quando o prometido?
Cumprimentos.
Falta o Paulo Futre. O melhor de todos!
E já agora, o Nóbrega não era ponta-de-lança?
Amigo «anónimo»:
Estamos a «falar» de extremos esquerdos... genuínos.
E, Perdigão jogou no FC Porto 12 épocas, Nóbrega 14, e o Futre... 3.
E, Nóbrega a... ponta de lança?
Perguntem ao senhor Pedro Gomes, antigo defesa direito do Sporting (actual treinador do Oriental e comentarista televisivo) em que posição jogava o Nóbrega.
Ele deve lembrar-se muito bem, por motivos óbvios...
Como se devem lembrar bem os seleccionadores que, em detrimento do Nóbrega, convocavam... Iaúca (suplente do Simões no Benfica).
Cumprimentos.
Lembro-me,de ainda pequeno e pelas mãos do meu pai e do meu avô assistir nas Antas e fora o nosso
querido FC Porto a jogar e o Costa
lá estava,grande habilidade com o
pé canhôto,grande raça e que nunca se queixava quando levava porrada
dos adversários nem ´mandava vir´
com os árbitros!Raro,hoje em dia!
Bom trabalho!Continuem assim!!!
«... pé canhôto, grande raça e que nunca se queixava quando levava porrada ...»
É verdade sim, senhor.
Mas, dos outros referidos (Perdigão, Nóbrega e Futre) era o mais agressivo.
Digamos que Perdigão e Nóbrega eram uns dotados (técnicamente falando), como nunca se viu. Exímios dribladores na linha, com cruzamentos de «regua e esquadro» para o ponta de lança.
Jaburú e Teixeira, no caso do Perdigão, e, Azumir e Pinto, no caso do Nóbrega.
Futre (mais explosivo) e Costa (mais agressivo), adaptaram-se ao novo futebol «moderno-atlético» a partir dos anos 80.
Mas, todos eles internacionais, com maiores êxitos os mais recentes (Costa e Futre) tão bem (como o Clube) «aproveitando» o que o «25 de Abril» deu ao FC Porto.
Cumprimentos.
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